O trabalho de um artesão é transformar materiais como argila, madeira ou folhas em obras com características distintas. Em Goiás, esses profissionais ganharam um projeto especial com o objetivo de divulgar o trabalho desenvolvido e incentivar novos talentos.
Para isso, a Secretaria Estadual de Cultura (Seduc), em parceria com a Secretaria de Retomada, está produzindo uma série de documentários sobre o que eles chamam de “Os Guardiões do Artesanato de nosso Estado”.

Quatro episódios já estão disponíveis nos canais do YouTube dessas secretarias, e o Curta Mais lista aqui um pouco da história e trabalho desenvolvido por cada um deles.
Nascido no Ceará e radicado em Goiás, mestre Juão de Fibra é reconhecido nacional e internacionalmente pelo artesanato com capim colonião. Entre as peças estão objetos de decoração e biojoias, todas marcadas pela autenticidade. Suas obras já foram divulgadas em importantes publicações como a Revista Vogue. O mais legal é que ele compartilha seu conhecimento e repassa suas técnicas para outras pessoas interessadas em aprender.
Fátima Bastos é uma artesã goiana de Olhos D’Água, distrito de Alexânia. Ela é internacionalmente conhecida por seu trabalho com imagens sacras feitas com palha de milho e fibra de bananeira. Suas obras, marcadas pela simplicidade e expressividade, atraem milhares de turistas ao pequeno vilarejo goiano. A trajetória da artista traz um acontecimento muito especial: Ela foi escolhida para produzir uma imagem da Virgem Maria para o Papa Francisco. Fatinha desenvolve seu trabalho com amor e gratidão às artesãs pioneiras em Olhos D’Água. Ela é uma fiel defensora da identidade do artesanato goiano.
Hilda Freire também é uma artesã de Olhos D’Água de Goiás, bucólico distrito de Alexânia, Goiás. Ela é nacionalmente reconhecida por seu trabalho com barro bruto. Suas mãos transformam a matéria prima retirada do Cerrado em peças repletas de personalidade. Hilda já participou de importantes salões de artesanato no Brasil e no exterior. Talentosa e extremamente determinada, a artesã espera trabalhar cada vez mais e também transmitir seus conhecimentos para as novas gerações de artistas.
José Alves Cambota, mais conhecido como Mestre Cambota, nasceu em Guapó, município de Goiás, em 11 de junho de 1941. Incentivado por Frei Confaloni e Antônio Poteiro, começou suas criações artísticas no ano 2000. Em 2003, fez sua estreia no circuito das artes plásticas com a mostra A Paixão de Zé Cambota, no Museu de Arte de Goiânia (MAG). Aclamado como uma revelação, o mestre produz suas obras praticamente sem a intervenção de ferramentas. Atualmente, as obras de Cambota, ocupam lugar de destaque em diversos lugares na América do Sul, Europa e Ásia.
Para o arquivo de texto mais recente carregado chamado “Fa_a_a_altera__o_textual_dos_as_no.txt”, aqui está o conteúdo:
Faça a alteração textual dos textos abaixo alterando as palavras: O artesanato acreano vem fazendo sucesso no 17º Salão do Artesanato, que começou nesta quarta-feira, 8, em Brasília. As vendas de peças acreanas começaram já no primeiro dia do evento – realizado no Pátio Brasil Shopping -, animando artesãos do estado que participam da iniciativa. O balanço de vendas fecha no fim de cada dia, mas já na segunda-feira, por exemplo, só de peças de marchetaria foram vendidos mais de R$ 50 mil e em peças confeccionadas em látex foram cerca de R$ 9,3 mil segundo expositores da área que participam do evento.
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo (Sete), está apoiando a participação de sete artesãos do estado. As peças desses profissionais incluem, por exemplo, bolsas e caixas em marchetaria, bijóias, cestaria, materiais em fibra e calçados confeccionados em látex, com um diferencial: são confeccionados aproveitando produtos da natureza.
No primeiro dia de evento, o titular da Sete, secretário Marcelo Messias, esteve no estande do Acre para desejar bons resultados para os artesãos, quando reforçou o diferencial do artesanato acreano. “O diferencial está no aproveitamento dos produtos da natureza, na história do estado e dos próprios artesãos, nas raízes e na cultura acreana”, explicou.
Para se ter ideia do sucesso do artesanato acreano na exposição, na segunda-feira, só a médica Isabelle Araújo Kalawatis comprou uma bolsa e quatro pares de sapatos de látex produzidos pelo artesão José Rodrigues – conhecido como Dr. Borracha.
“Sou encantada com o artesanato do Acre”, disse Isabelle afirmando que considera esse produto diferenciado, duradouro e belo citando entre os exemplos, além dos calçados em látex, as peças em marchetaria do artesão Maqueson Pereira que definiu como “surreal”. Os produtos, disse, despertaram nela o interesse em conhecer o Acre, “que deve ser um lugar maravilhoso”.
Encantamento também foi a reação das jornalistas e amigas Karem Silva e Renata Soares. “Estou emocionada com o talento, a delicadeza e a dedicação do trabalho desses artistas”, disse Karem, que comprou uma peça em madeira no formato de cobra coral. “É muito lindo o trabalho de vocês”, afirmou Renata, para quem o trabalho dos acreanos é “criativo, diferente”.
Visibilidade internacional
Já no primeiro dia de exposição, o artesanato do Acre também conquistou visitantes de outros países, como a australiana Ann Aquilina. Ela contou que em outra feira comprou três caixas de marchetaria do artesão Maqueson e, agora, voltou para comprar outra peça dessa.
O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Cultura, garante a participação do artesanato sul-mato-grossense no 17° Salão de Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado entre os dias 8 e 12 de maio, em Brasília (DF). No evento será ocupado um espaço coletivo de 50m² – no Pátio Brasil Shopping – para divulgação e comercialização de produtos artesanais de Mato Grosso do Sul.
O Salão do Artesanato tem acesso gratuito para todos os visitantes e é um dos principais do país, dando visibilidade a produção artesanal brasileira, que é rica e diversa. A feira reúne produções dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, e suas comunidades artesãs, em um evento que mostra a diversidade artesanal, com incentivo a comercialização desses produtos e melhoria das relações comerciais pela possibilidade de contato direto com o público consumidor e com lojistas.
Mais de 40 mil peças artesanais serão expostas, com estimulo ao mercado consumidor pela possibilidade de identificação com produtos regionais, conhecimento das técnicas e materiais utilizados, histórico, beleza e riqueza agregadas à produção.
Por edital, foram selecionados para participar da feira – como artesão individual -, Ana Vitorino da Silva Leoderio, André Kevin Constantino e Maria Suzana da Silva, além das entidades representativas do artesanato, Associação dos Produtores de Artesanato e Artistas Populares do MS (Proart/MS) e União Estadual dos Artesãos de Mato Grosso do Sul (Uneart/MS). O espaço é cedido pelo PAB (Programa do Artesanato Brasileiro) e a Fundação de Cultura de MS é responsável pela seleção dos artesãos e transporte das peças artesanais.
“A participação de MS nas feiras nacionais como o 17° Salão de Artesanato de Brasília abre cada vez mais mercado e deixa o artesanato do Estado em evidência nacional, lembrando que esse evento acontece no fim de semana do Dia das Mães, que tem aumento de forma expressiva nas vendas”, afirmou a ger



