Um novo olhar para a arte e para a vida

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De olho nos ensinamentos da avó e da mãe, Maria Magnólia Alves Dantas, de 52 anos, já conhecia o crochê e o bordado pois a família tinha tradição de bordar malhas. “Eu já conhecia, mas sabe quando você conhece e não valoriza?”, conta.

Depois de anos trabalhando no Ministério da Saúde, em Brasília, ela se aposentou, mas continuou com o segundo trabalho: o doméstico. Cuidou dos filhos, do marido e diz que “se perdeu de si por entre os cômodos da sua casa”.

“Primeiro o filho, segundo o filho, terceiro o filho, quarto o marido, e eu sempre era a última. Eu sempre pensava na minha pessoa por último. Hoje em dia, eu penso primeiro no meu eu e depois eu penso no outro”, diz Maria Magnólia.

A mudança veio por meio do desafio do crochê, que começou com o desenho de uma borboleta também, assim como sua amiga Lucie. “Já me deram logo o desafio da borboleta. Falei eu não vou desistir, aí fui persistente”, conta.

Hoje, Maria Magnólia prioriza o autocuidado e se dedica para produzir cada vez mais peças de crochê, sempre inventando algo novo como um par de chinelos encapados com o resultado do trabalho teciso com linha e agulha.

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